Eu quero ir ao show da banda Baleia!!!

É uma das minhas top 3 dessa nova geração junto com Garotas Suecas e Fino Coletivo.

HINO DO VASCO DA GAMA - Paulinho da Viola e Los Hermanos

PARABÉNS VASCÃO!

Brasil perdeu para a Turquia e Jaqueline divou:

"Bitch, please!"

hehehe

Gif mental!

by Akiyoshi Kitaoka

‘SANTANA’ MOSTRA POTENCIAL
Eu vi At The Devil’s Door por causa da Naya Rivera. Tenho certa curiosidade em como o elenco de Glee vai sobreviver após a série, que já está morta há pelo menos umas duas temporadas. Sei que Dianna Agron fez aquele filme razoável do Benson e não se saiu mal, que Lea Michele fez a voz de uma animação horrorosa do Mágico de Oz e um disco tolo e altamente esquecível. Ela também lançou um livro, mas tal como os escrito por Chris Colfer, eu não tenho a menor curiosidade em conferir. O próprio Colfer fez um filme que me desanimou desde o trailer: parece Glee sem musical e mais escritores ruins.
Então tinha esse filme de terror de orçamento barato que a Naya Rivera protagonizou.
At The Devil’s Door não é um grande filme, mas me surpreendeu por apresentar elementos interessantes. Como filme de terror, segue muito mais o estilo O Bebê de Rosemary do que Pânico ou O Exorcista. Não é um filme brilhante e há problemas de ritmo. Mas, para a minha surpresa, At The Devil’s Door tem mais lados positivos do que negativos. Ele faz um bom desenvolvimento de personagens, especialmente da dupla de protagonistas Catalina Sandino Moreno e Naya Rivera. As irmãs que as atrizes representam são verossímeis e geram simpatia. Aliás, isso também é mérito das atuações. Naya Rivera foi uma surpresa em especial. Esperava encontrar uma versão deslocada de Santana Lopez, mas a atriz conteve boa parte dos cacoetes que sua personagem carrega em Glee, baixando um pouco o tom para a personagem Vera. Rivera não é nenhuma Tatiana Maslany, que consegue dar cara diferente a vários personagens que dividem a mesma cena, mas ela conseguiu me fazer esquecer de que aquela não era Santana.

Em resumo, Naya Rivera fez bonito: uma atuação sóbria em um filme de razoável para bom. Torço agora para que Rivera acerte nas escolhas dos próximos trabalhos. Se ela já mostra ser boa atriz com um roteiro lixo como o de Glee, tenho a sensação de que ela pode render muito mais com um roteiro decente. At The Devil’s Door foi uma amostra disso.

‘SANTANA’ MOSTRA POTENCIAL

Eu vi At The Devil’s Door por causa da Naya Rivera. Tenho certa curiosidade em como o elenco de Glee vai sobreviver após a série, que já está morta há pelo menos umas duas temporadas. Sei que Dianna Agron fez aquele filme razoável do Benson e não se saiu mal, que Lea Michele fez a voz de uma animação horrorosa do Mágico de Oz e um disco tolo e altamente esquecível. Ela também lançou um livro, mas tal como os escrito por Chris Colfer, eu não tenho a menor curiosidade em conferir. O próprio Colfer fez um filme que me desanimou desde o trailer: parece Glee sem musical e mais escritores ruins.

Então tinha esse filme de terror de orçamento barato que a Naya Rivera protagonizou.

At The Devil’s Door não é um grande filme, mas me surpreendeu por apresentar elementos interessantes. Como filme de terror, segue muito mais o estilo O Bebê de Rosemary do que Pânico ou O Exorcista. Não é um filme brilhante e há problemas de ritmo. Mas, para a minha surpresa, At The Devil’s Door tem mais lados positivos do que negativos. Ele faz um bom desenvolvimento de personagens, especialmente da dupla de protagonistas Catalina Sandino Moreno e Naya Rivera. As irmãs que as atrizes representam são verossímeis e geram simpatia. Aliás, isso também é mérito das atuações. Naya Rivera foi uma surpresa em especial. Esperava encontrar uma versão deslocada de Santana Lopez, mas a atriz conteve boa parte dos cacoetes que sua personagem carrega em Glee, baixando um pouco o tom para a personagem Vera. Rivera não é nenhuma Tatiana Maslany, que consegue dar cara diferente a vários personagens que dividem a mesma cena, mas ela conseguiu me fazer esquecer de que aquela não era Santana.

Em resumo, Naya Rivera fez bonito: uma atuação sóbria em um filme de razoável para bom. Torço agora para que Rivera acerte nas escolhas dos próximos trabalhos. Se ela já mostra ser boa atriz com um roteiro lixo como o de Glee, tenho a sensação de que ela pode render muito mais com um roteiro decente. At The Devil’s Door foi uma amostra disso.

SING SANG SUNG - Air

Música que adoro, escuto com regularidade, mas nunca tinha visto o clipe até hoje… acontece às vezes.

 Ain’t No Mountain High Enough - Marvin Gaye & Tammi Terrel

Porque eu realmente adorei Guardiões da Galáxia

Guardiões da Galáxia filme que me fez sair do cinema querendo dançar Jacksons 5. Verdade que a Marvel não dá ponto sem nó e os filmes são perfeitamente arquitetados para fazer 1 bilhão em bilheteria, ou qualquer valor próximo disso. Homem de Ferro e Os Vingadores que o diga. Sendo assim, é um filme acessível, leve, com uma trama que é igual a dos Vingadores, e que agrada. O que vai diferenciar Guardiões da Galáxia dos demais produtos Marvel é a incrível e inacreditável trilha sonora, que possibilitou, por exemplo, que os heróis fossem para a batalha ao som de Cherry Bomb! Ou que a resolução de tudo vem ao som de Marvin Gaye. Tudo isso faz parte da Awesome Mix 1 que toca no walkman de Peter Quill (Chris Pratt). Fala sério, a mãe de Quill tinha um gosto incrível para a música. Sendo assim, Guardiões da Galáxia é quase um musical que promoveu Kevin Bacon ao status de herói. Não entendeu? Cara, vá ver o filme, escute as canções e saia da sala escura dançando Jacksons 5. Por alguns momentos a vida será perfeita.

A identidade visual do Rio 2016 parece que veio de uma sala de aula do jardim de infância.

A identidade visual do Rio 2016 parece que veio de uma sala de aula do jardim de infância.

Revista Di Rolê 6ª Edição Bilíngue

Não se esqueça de conferir também o meu texto “Alegria do Rock e do Gol” em português e em inglês!

Xena 1 x 0 Wonder Woman

De repente todo mundo começou a falar de Whiplash. Agora eu quero ver o filme.